:: Doutrina da Palavra de Deus

A autoridade e a inerrância da Bíblia

  • Como sabemos que a Bíblia é a Palavra de Deus?
  • Há erros na Bíblia?

  I. Explicação e base bíblica

  A autoridade da Escritura significa que todas as palavras da Escritura são palavras de Deus de tal modo que descrer ou desobedecer a qualquer palavra da Escritura é descrer ou desobedecer a Deus.

  Todas as palavras na Escritura são palavras de Deus   

  • No AT, muitas vezes é usada a frase introdutória "assim diz o Senhor" (Nm 22.38; Dt 18.18-20; Jr 1.9; 14.14; 29.31; Ez 2.7; 13.1-6).
  • No NT, há várias passagens indicando que as palavras das Escrituras são palavras de Deus (Mt 19.5; Lc 1.70; 24.25; Jo 5.45,47; At 3.18,21; Rm 1.2). Em todas estas referências a palavra Escritura (do grego graphe) se refere aos escritos apenas do AT.
  • No NT, existem passagens que também provam que os escritos do NT são palavras de Deus (2Pd 3.15,16; 1Tm 5.18; 1Co 14.37).
  • Nossa convicção suprema de que as palavras da Bíblia são palavras de Deus vem somente quando o Espírito Santo fala em e por meio das palavras da Bíblia ao nosso coração e nos dá certeza interior de que essas são as palavras do Criador para nós.
  • As palavras da Escritura são autotestificadoras. Isso significa que não podemos apelar para uma autoridade superior afim de que se prove que elas são realmente palavras de Deus. A autoridade suprema pela qual a Escritura demonstra ser a Palavra de Deus deve ser a própria Escritura.
  • O fato de que todas as palavras da Escritura são as palavras de Deus não deve nos levar a pensar que Deus ditou cada palavra da Escritura aos autores humanos.

  A veracidade da Escritura   

  • A essência da autoridade da Escritura é a sua capacidade de compelir-nos a crer nela e a obedecer-lhe, tornando tal crença e obediência equivalente a crer e a obedecer ao próprio Deus. Se pensarmos em algumas partes da Bíblia como não verdadeiras, não seremos capazes de crer nelas (Tt 1.2; Hb 6.18).
  • Sendo então as palavras de Bíblia palavras de Deus, e sabendo que Deus não pode mentir, é correto então afirmar que não há nada falso ou errado na Bíblia (Sl 12.6; Pv 30.5; Sl 119.89; Mt 24.35).
  • Em Jo 17.17 vemos Jesus não dizendo apenas que a palavra de Deus é verdadeira (do grego alethinos ou alethes), mas ele diz que a palavra de Deus é a própria verdade (do grego aletheia).   

A inerrância da Escritura   

  • A inerrância da Escritura significa que a Escritura, nos seus manuscritos originais, não afirma nada que seja contrário a ela mesma.
  • Ao mesmo tempo em que a Bíblia é absolutamente verdadeira em tudo o que ela diz, ela usa a linguagem comum para descrever os fenômenos naturais e dar aproximações ou números redondos quando eles são apropriados no contexto.
  • Alguns dizem que o propósito da Bíblia é ensinar-nos em áreas que dizem respeito apenas à fé e prática. Essa posição exclui completamente a possibilidade da Bíblia falar a verdade também em outras áreas, como por exemplo, história ou ciência.
  • A resposta a esta objeção é afirmada em 2Tm 3.16. Outros versículos também nos falam a respeito disso (Sl 12.6; 119.96, 160). A Bíblia não faz ela própria qualquer restrição aos assuntos sobre os quais fala com toda a verdade.
  • Esta objeção também é respondida no NT (At 24.14; Lc 24.25; Rm 15.4).
  • Outra objeção comum é que o termo inerrância é um termo muito preciso para se atribuir à Bíblia. Além disso, os que levantam esta objeção observam que o termo inerrância não está na Bíblia e, portanto, dizem que talvez não seja o termo apropriado.
  • Essa objeção é respondida afirmando-se que este termo tem sido utilizado por muitos estudiosos a mais de cem anos e que esta é uma questão muito mais voltada à linguagem.
  • Outra resposta a esta objeção está no fato de que frequentemente utilizamos palavras que não estão na Bíblia para sintetizar nossos ensinos bíblicos e até mesmo doutrinas. Por exemplo, as palavras trindade, encarnação e missões não estão em nenhum lugar das escrituras, porém nós cremos e aceitamos os ensinos referentes a cada uma delas.
  • Outra objeção frequentemente levantada é que nós não possuímos os manuscritos originais e, portanto, falar sobre inerrância é um engano. Tudo o que temos são cópias de cópias daquilo que Moisés, Paulo ou Pedro escreveram.
  • Uma resposta a esta objeção pode ser feita utilizando-se o seguinte exemplo: O original da Constituição dos Estados Unidos está guardado em um prédio em Washington. Se o prédio desabar e o original se perder, será que os americanos poderiam continuar sabendo o que a Constituição dizia? Claro que sim! Eles comprariam suas centenas de cópias e, onde todos concordassem, teríamos razão para crer que eles teriam as palavras exatas do original.
  • Em 99% das palavras da Bíblia, sabemos o que o manuscrito original dizia. E na porcentagem pequena na qual existe dúvida, o sentido geral da frase é suficientemente claro por causa do contexto.
  • Outra objeção freqüente diz que os escritores bíblicos encaixaram suas mensagens de forma que fossem aceitas pelas pessoas de seu tempo. Isso possibilita afirmar que talvez não tenhamos a totalidade da mensagem que Deus inspirou os escritores, pois naquele tempo existiam limitações.
  • Uma resposta a esta objeção pode ser feita afirmando-se que Deus é o Senhor da linguagem. Ele pode usar a linguagem humana para comunicar-se perfeitamente sem ter que limitar-se a épocas históricas.
  • Além disso, afirmar que os escritores acomodaram as mensagens ao entendimento das pessoas de sua época, é o mesmo que dizer que Deus está mentindo, o que sabemos que é impossível (Nm 23.19; Tt 1.2; Hb 6.18).
  •  Para alguns, existe total convicção de que existem vários erros e contradições na Bíblia.
  • A primeira resposta que deveria ser dada nesse caso é perguntar onde estão os erros, ou em quais versículos específicos esses "erros" ocorrem. Com certeza, na maioria das vezes, esta objeção é levantada por pessoas que têm pouca ou nenhuma idéia sobre onde os erros específicos estão e que crêem nisso porque outros disseram.
  • Outros mencionam uma ou mais passagens específicas que chamamos de "textos-problema". São textos que a primeira vista, possuem contradições e erros, mas se analisarmos as evidências lingüísticas, históricas ou contextuais vemos que não existem erros ou contradições.   

Alguns "Textos-Problema"   

Mt 1.1-17

Contra

Lc 3.23-38

Mt 4.1-11

Contra

Lc 4.1-13

Mt 20.29,30

Contra

Mc 10.46

Mt 21.18-21

Contra

Mc 11.12-14, 20-24

Mt 27.5

Contra

At 1.16-25

 
  • Podemos ter muitos problemas com a negação da inerrância. Se negarmos a inerrância, podemos imitar Deus e mentir nas pequenas coisas também? Se negarmos a inerrância podemos começar a pensar se realmente podemos confiar em Deus e em tudo o que Ele diz. Se negarmos a inerrância, faremos da mente humana o padrão de verdade mais alto que a própria Palavra de Deus. Se negarmos a inerrância, podemos dizer que a Bíblia pode estar errada em algumas doutrinas que ela ensina.   

II. Questionário para revisão   

  1. Defenda a seguinte afirmação: "Todas as palavras na Escritura são palavras de Deus".
  2. Que se quer dizer com a idéia de que as palavras da Escritura são "autotestificadoras"?
  3. Como podemos saber que as palavras de Deus são verdadeiras?
  4. Defina o termo inerrância e discuta como essa idéia pode estar de acordo com o uso da linguagem comum e diária que a Bíblia faz.
  5. Faça uma lista de três objeções ao conceito de inerrância da Escritura e responda a elas.
  6. Cite quatro possíveis problemas que podem resultar da negação da inerrância bíblica.   

III. Passagem bíblica para memorizar

  2Tm 3.16

A clareza, a necessidade e a suficiência da Bíblia   

  • Somente os estudiosos da Bíblia podem entendê-la corretamente?
  • Para que propósitos a Bíblia é necessária?
  • Será que a Bíblia é suficiente para conhecermos o que Deus quer que pensemos ou façamos?   

I. Explicação e base bíblica   

A clareza da Escritura   

  • No AT, vemos que Deus esperava que todos dentre o seu povo conhecessem e fossem capazes de falar a respeito de sua Palavra com a devida aplicação às situações comuns da vida (Dt 6.6,7).
  • Vemos ainda que o caráter da Escritura é de tal modo que mesmo "os inexperientes" podem compreende-la corretamente, tornando-se sábios (Sl 19.7). Isso deve servir de grande encorajamento a todos. Ninguém deve se considerar incapaz de ler a Bíblia e entende-la suficientemente para se tornar sábio por meio dela.
  • No NT vemos que, na maioria das vezes, Jesus culpa aqueles que entendem erroneamente ou não querem entender a Escritura ao invés de culpar a própria Escritura de não ser suficientemente clara (Mt 12.3,5; 21.42; 22.29).
  • A capacidade de entender a Bíblia é mais uma capacidade moral e espiritual do que intelectual (1 Co 2.14; 2 Co 3.14-16; Hb 5.14).
  • A Escritura é capaz de ser entendida por todos os descrentes que vão lê-la sinceramente buscando salvação e pelos crentes que a lerão procurando ajuda de Deus para entendê-la.
  • Em ambos os casos, o Espírito Santo opera vencendo os efeitos do pecado, que de outra forma fariam a verdade parecer tolice (1 Co 1.18-25; 2.14; Tg 1.5,6,22-25).
  • A clareza da Escritura significa que a Bíblia foi escrita de tal modo que seus ensinos são passíveis de ser entendidos por todos que a leêm procurando pela ajuda de Deus e que estão desejosos de recebê-la.
  • Durante o ministério de Jesus, os próprios discípulos às vezes falharam no entendimento do AT e até de seus ensinos (Mt 15.16; Mc 4.10-13; 6.52; 8.14-21; Lc 18.34; Jo 8.27; 10.6).
  • No decorrer de toda a história da igreja, as discordâncias doutrinárias têm sido muitas, e o progresso na resolução dessas diferenças doutrinárias foi muitas vezes lento.
  • À medida que as pessoas crescem na vida cristã, adquirindo mais conhecimento da Escritura conforme passam tempo estudando-a, haverão de entendê-la melhor. A doutrina da clareza da Escritura diz que a Escritura é passível de ser entendida, não que todos a entenderão igualmente.
  • A doutrina da clareza da Escritura nos diz que onde há áreas de discordância doutrinária ou ética, há somente duas causas possíveis de discordância: 1) De um lado, pode ser que estejamos procurando fazer afirmações onde a Escritura silencia. 2) De outro lado, é possível que tenhamos cometido erros em nossa interpretação da Escritura.
  • Em nenhum dos casos acima somos livres para dizer que o ensino da Bíblia sobre qualquer assunto seja confuso ou não seja passível de ser entendido corretamente.   

A necessidade da Escritura   

  • A necessidade da Escritura significa que a Bíblia é necessária para o conhecimento do evangelho, manutenção da vida espiritual e para certo conhecimento da vontade de Deus, mas não é necessária para saber que Deus existe ou para saber algo a respeito do caráter de Deus e das leis morais.
  • Ao lermos Rm 10.13,14,17, podemos raciocinar da seguinte forma: 1) A pessoa deve invocar o nome do Senhor para ser salva. 2) As pessoas só podem invocar o nome de Cristo se crêem nele. 3) As pessoas não podem crer em Cristo a menos que tenham ouvido a respeito dele. 4) Elas não podem ouvir de Cristo a menos que haja alguém que lhes fale a respeito de Cristo. 5) A conclusão é que a fé salvadora vem pelo ouvir o evangelho, e ouvir esta mensagem vem por meio da pregação. Ou seja, sem ouvir a pregação do evangelho de Cristo, ninguém pode ser salvo.
  • Existem outras idéias que diferem deste ensino: O inclusivismo diz que as pessoas podem ser salvas sem conhecer nada a respeito de Cristo e sem confiar nele, mas simplesmente por seguirem sinceramente a religião que conhecem. O universalismo diz que todas as pessoas no último momento serão salvas. Já o exclusivismo revela que as pessoas não podem ser salvas sem conhecer a respeito de Cristo e sem confiar nele.
  • Ao lermos Mt 4.4 ou Dt 8.3, podemos concluir que assim como nossa vida material é mantida pela nutrição diária com comida física, nossa vida espiritual é mantida pela nutrição diária com a Palavra de Deus.
  • Negligenciar a leitura regular da Palavra de Deus é prejudicial para a saúde de nossa alma.
  • Se não houvesse nenhuma Palavra de Deus escrita, não poderíamos nunca adquirir certeza a respeito da vontade de Deus por outros meios.
  • Na Bíblia, temos afirmações claras e definidas a respeito da vontade de Deus. Ele não nos revelou todas as coisas, mas nos revelou o suficiente para sabermos sua vontade (Dt 29.29).
  • O fato de que não conhecemos tudo requer de nós que estejamos incertos a respeito de cada coisa que afirmamos conhecer. Isso é assim porque algo que desconhecemos pode ainda surgir para provar que o que pensamos ser verdadeiro é realmente falso. Contudo, Deus conhece todos os fatos que aconteceram ou acontecerão. E este Deus, que nunca mente, falou-nos na Escritura, na qual nos declara muitas coisas a respeito de si mesmo, de nós próprios e do universo que criou. Nenhum fato pode surgir para contradizer a verdade falada por Aquele que é onisciente.
  • Assim, é apropriado para nós estar mais seguros a respeito das verdades que lemos na Bíblia do que sobre qualquer outro conhecimento que temos.
  • É possível obter algum conhecimento de Deus sem a Bíblia, mesmo que não seja um conhecimento seguro.
  • Deus se revela de forma geral à humanidade. As pessoas podem obter o conhecimento de que Deus existe e de alguns de seus atributos simplesmente por observara a si mesmas e ao mundo que as rodeia (Sl 19.1).
  • Em Rm 1.19-21 Paulo nos mostra que todas as pessoas, mesmo as mais ímpias, possuem algum conhecimento interno ou percepção de que Deus existe e que Ele é o Criador poderoso.
  • O conhecimento da existência, do caráter e da lei moral de Deus, que vem por meio da criação para toda a humanidade, é chamado de "revelação geral".
  • Deus se revela de forma específica à humanidade. A chamada "revelação especial" se refere às palavras de Deus dirigidas a pessoas específicas, como as palavras que estão na Bíblia, as palavras dos profetas do AT e dos apóstolos do NT, e as palavras de Deus faladas diretamente, como aquelas ditas no Monte Sinai e no batismo de Jesus.
  • A "revelação especial" é necessária para a salvação. É um mistério que nunca foi resolvido por religião alguma e nem a Bíblia nos dá qualquer esperança de que tal mistério possa ser desvendado independentemente da revelação específica de Deus. Como a santidade e a justiça de Deus podem ser conciliadas com o seu desejo de perdoar pecados?   

O filósofo cristão, Anselmo, arcebispo de Cantuária, buscou uma solução para a visível contradição entre a justiça e a misericórdia de Deus. "Como poupas o ímpio", perguntou a Deus, "se Tu és justo por excelência?". Em seguida, firmou bem ou olhos em Deus em busca da resposta, pois ele sabia que ela estava no que Deus é. As descobertas de Anselmo podem ser parafraseadas desta forma: "O ser de Deus é unitário; não se constitui de várias partes que funcionam em harmonia, mas simplesmente é uma única parte. Nada há na justiça de Deus que impeça o exercício de Sua misericórdia. Pensar em Deus como às vezes pensamos em um tribunal onde um generoso juiz, compelido pela lei, condena um homem à morte com lágrimas e apologias é pensar em Deus de uma forma totalmente deturpada. Deus nunca se contradiz. Nenhum dos atributos de Deus é incompatível entre si. A compaixão de Deus emana de Sua bondade, e bondade sem justiça não é bondade. Deus nos poupa porque Ele é bom; no entanto, Ele não poderia ser bom se não fosse justo. Quando Deus castiga os iníquos é apenas porque isso condiz com o que eles merecem; e quando Deus poupa os ímpios, é apenas porque isso condiz com a bondade de Deus; assim, Deus faz o que o torna o Deus bom por excelência. Essa é a razão que deve ser compreendida, não para que se possa crer, mas porque já crê". Ou seja, a resposta para esta pergunta está na cruz. Nela vemos a justiça e a misericórdia de Deus. Primeiro a justiça, o castigo justo para o pecado sendo aplicado sobre Cristo, nosso Substituto. Depois a misericórdia, a morte de Cristo nos livrando do peso da condenação que havia sobre nós.     

A suficiência da Escritura   

  • A suficiência da Escritura significa que a Bíblia contém tudo o que precisamos para a nossa salvação e para confiar e obedecer a Deus perfeitamente (2 Tm 3.15; Sl 119.1).
  • Com base nisso, seguramente cremos que somos capazes de concentrar nossa busca sobre qualquer área de nossa vida na Bíblia.
  • Em Dt 29.29 podemos ver que Deus sempre tomou a iniciativa de revelar coisas a nós. Ele decidiu o que revelar e o que não revelar. Em cada estágio da história da redenção, as porções que Deus revelou foram suficientes para o Seu povo para aquela época, e eles deviam estudá-las, crer nelas e obedecê-las. Com o progresso posterior da história da redenção, mais palavras de Deus foram acrescentadas, registrando e interpretando aquela história.
  • Hoje cremos que de fato Deus não falou à raça humana outras palavras mais, em relação às quais Ele requeira crença ou obediência, além das que temos na Bíblia.
  • A doutrina da suficiência da Escritura tem diversas aplicações práticas para nossa vida cristã. Dentre elas, podemos citar as seguintes: Encorajamento para buscar respostas nas Bíblia, advertência para não acrescentar nada à Escritura, não contar com qualquer outra direção de Deus como igual à Escritura, não acrescentar mais pecados ou exigências aos que já são mencionados na Escritura e encorajamento para satisfazer-nos com a Escritura. 

II. Questionário para revisão   

  1. Defina "clareza da Escritura". Porque podemos dizer que a Escritura é clara?
  2. Considerada a definição acima, porque as pessoas algumas vezes entendem a Escritura de modo errôneo?
  3. Cite e descreva ao menos três motivos pelos quais a Bíblia é necessária.
  4. Pode-se conhecer algo a respeito de Deus independentemente da Bíblia? Se isso for possível, o que se pode saber, dessa forma, a respeito dele?
  5. Visto que Deus foi acrescentando as palavras da Escritura durante longo período de tempo, a doutrina da suficiência da Escritura aplica-se às pessoas do AT que possuíam somente porções do que hoje chamamos Bíblia? Porque sim ou porque não?
  6. Há algo que Deus exige de nós ou que Ele proibiu que não esteja ordenado ou proibido na Escritura? Explique.   

III. Passagem bíblica para memorizar   

Dt 6.6,7

:: Cristiano Oliveira - Jundiai.


2006 Ministério Toque do Trovão